Pesquisas mostram que os profissionais da área da saúde (psicólogos, terapeutas, ginecologistas, urologistas, enfermeiros, assistentes sociais, educadores, psiquiatras), sentem desconforto, insegurança e falta de conhecimento quando o paciente fala sobre esse tema.
Muitos não se sentem autorizados a perguntar sobre desejo, frequência, expectativas intimas, frustrações, traumas, bloqueios por receio de ser invasivo e despertar desconfiança no paciente.
Isso não é uma surpresa, pois não recebemos conhecimento científico sobre essa temática, pelo simples fato de ser ainda nos dias de hoje um tabu.
Com toda razão, por falta de preparo, temos ansiedade em qualquer situação que possa caracterizar um setting técnico e terapêutico inseguro para ambos.